
Atenção!
Alerta de confusão mental à frente. Pare de ler imediatamente caso perder o rumo da história ou não entender, falamos de caso sério de miopia da vida - enxergar coisas onde não tem. Continue caso seja como eu, estranho.
Sou indecisa, insegura, medrosa, dramática, exagerada, calada, sarcástica e não sei dançar. Todos esses meus defeitos são cruéis para mim e fazem questão de acertarem golpes baixos junto com a vida para me fazer sentir melhor. Já ouvi muitas vezes que ser adolescente as vezes te faz querer morrer, claro que as pessoas falam isso da boca para fora (algumas não), mas sim, isso é verdade. Quando se é adolescente você não tem muito controle sobre seus atos e é o início da sua vida, praticamente. Durante a sua adolescência você começa a decidir quem você é ou será, mas muitas vezes querem decidir por você. Você é obrigado a fazer escolhas, sair daquele conforto de quando escolhiam para você. Você mesmo começa a sentir-se um tanto mais livre, mesmo sem perceber todas as rédeas que te seguram e quando percebe... Como já falei eu tenho dezesseis anos, um metro e cinquenta e poucos de altura, cabelos castanhos bagunçados - que eu não me importo em arrumar, fã de filmes cult, músicas estranhas e livros, uso roupas confortáveis e nem sempre são bonitas e nunca beijei alguém. Uau, quanta coisa tenho para escrever mas não sei nem como começar. E com muito custo estou escrevendo isso para dizer que não quero ser ninguém mais do que eu. Os adolescentes enfrentam muito esse problema, personalidade. Eles tem a necessidade de se encaixarem em algum grupo e principalmente, estar os melhores. Ninguém é capaz de ser igual ao outro e eu não posso ser ninguém mais que essa garota com a vida marcada por momentos atrapalhados que se juntam e formam mais momentos atrapalhados, o que defini minha existência. Viu?! Exagerei de novo. Durante todo esse diário que duvido que alguém queira ler, eu irei contar um pouco do que acontece, aconteceu e meus delírios futuros na minha vida. Vamos ver que merda isso aqui vai dar. Bem vindos à minha confusão.
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